No final de 2012, o Governo editou a Medida Provisória nº 579/12 renovando antecipadamente as concessões das empresas de geração e transmissão de energia que venceriam em 2015, desde que elas aceitassem ter os preços definidos pela ANEEL em patamares bem menores que os existentes, o que reduziu as tarifas das distribuidoras a partir de 2012/2013.


O problema desta MP é que uma parte importante dos investimentos feitos por essas empresas ainda não estavam amortizados e, portanto, teriam direito à indenização. Como os valores eram gigantescos, uma definição sobre o pagamento dessas indenizações foi sendo adiada por anos, até por conta dos impactos tarifários.

No caso da CPFL Paulista, acaba de ser aprovado um aumento médio nas tarifas de 20,17%,
reajuste válido a partir de 08 de abril.

, afirmou Ricardo Quinta

Em fevereiro de 2017, a ANEEL aprovou a metodologia de cálculo da remuneração dos ativos não depreciados das empresas de transmissão, conforme diretrizes da Portaria nº 120/2016. Essas indenizações foram estimadas em R$ 54 bilhões, acrescido pela correção financeira entre 2013 e 2017, chegaram a R$ 62 bilhões. Esse será o valor devolvido nos próximos 8 anos como compensação pela renovação antecipada dos contratos de concessão no final de 2012, conforme condições propostas pelo Governo. Na prática, isso vai significar um aumento médio de 7% para os próximos processos tarifários, isso sem levar em conta os demais custos das empresas de distribuição.

Diante disso, após a redução em 2013, as tarifas das distribuidoras voltaram a subir e subiram bem acima da inflação, tendência que deve se manter para os próximos anos. No caso da CPFL Paulista, acaba de ser aprovado um aumento médio nas tarifas de baixa tensão de 20,17%, reajuste válido a partir de 08 de abril.

Quer fugir desse aumento na conta de luz?

E dos outros que virão?

Excelente oportunidade para investir em energia solar. Investimento seguro, com retorno acima de 200% do CDI e com perspectivas crescentes, já que quanto mais cara ficar a energia elétrica, maior será o retorno do investimento na energia solar. Isso sem falar da sustentabilidade, afinal de contas, investir em geração solar é contribuir para um mundo melhor.

Segue aumento médio das tarifas para o consumidor residencial desde 2013:

#vempraINCASOLAR

Ricardo Quinta
Co-Fundador da INCA SOLAR


CPFL Paulista, acaba de ser aprovado um aumento médio nas tarifas de 19,3%, reajuste válido a partir de 08 de abril.